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Gerenciamento de pacientes crônicos ajuda a reduzir
custos com planos de saúde

 

O cenário de gerenciamento de pacientes crônicos vem sendo alardeado como uma das medidas para a queda dos valores exorbitantes do custo da assistência médica. Em outras palavras, diagnosticou-se que o custo assistencial explodia em duas vertentes: os eventos de alto risco (internações e atos cirúrgicos complicados) e aqueles indivíduos com alta freqüência de visitação à rede médica e baixo custo individual de atendimento (o paciente chamado crônico). Entende-se como esse grupo os portadores de patologias como hipertensão, diabetes, cardiopatias, portadores de doenças respiratórias como asma, bronquite.


De um modo geral é possível "gerenciar" este último grupo muito mais que o primeiro. A previsibilidade de ocorrência do evento de alto custo do segundo grupo é possível de ser prevista, pois se trata de doenças crônico-degenerativas, que acusam seu agravamento dando "sinais" - os quais são os indicadores do risco eminente.


Programas de Qualidade de Vida se propuseram a dedicar programas especializados a estes pacientes, muitas vezes movidos mais pela boa vontade e na tentativa e erro do que consultorias especializadas. Nesse ponto a Qualicorp trabalhou durante quase 4 anos visitando empresas no Brasil e nos EUA, "queimando" estas etapas e desenhando um programa de ação para o auxílio a estes indivíduos portadores destas doenças.


O maior equívoco da assistência à saúde vem do próprio usuário. As pessoas ao se sentirem mal procuram Hospitais e/ou especialistas. Uma dor abdominal se torna uma visita a um gastro. Uma dor no peito a um cardiologista. Uma dor de cabeça ao neurologista. O caminho está correto? Não. Isso é o gerenciamento de pacientes crônicos - o resgate do médico de família - aquele generalista que lhe conhece durante muito tempo acompanha sua evolução e por deter dados de sua história pregressa consegue maior acuidade no diagnóstico e conseqüentemente no tratamento.


Quanto aos recursos para esse público, a Qualicorp tem o cerne do trabalho baseado na eleição desta parcela da população onde este suporte faz toda a diferença no tratamento destas doenças. O trabalho de campo em si: a visitação domiciliar, acompanhamento de exames e medicamentos é realizado por equipe terceirizada. O grupo é composto por um médico, uma assistente social quatro técnicos que processam as contas médicas das operadoras um gerente e uma equipe flutuante de mais
4 a 6 pessoas que fazem o controle via call center.


Quanto às equipes, são profissionais de várias especialidades que tratam o indivíduo sem desconsiderar suas circunstâncias, num tratamento mais amplo que a tradicional visita médica de 20 minutos acompanhada de uma solicitação de
3 a 8 exames. Várias empresas que tinham seu foco em internações domiciliares - home care - migraram para este segmento, passando a oferecer "pacotes" de monitoramento destes pacientes. Sem dúvida é um mercado em franco crescimento. Daí o equívoco: não se trata de monitorá-los, mas de informá-los da gravidade e dos cuidados de sua doença.


O programa atinge hoje mais de 200 pacientes gerenciados diretamente pela Qualicorp. Em sua maioria as próprias empresas clientes passam a receber informações gerenciais analíticas para o desenho de seu programa - contado com a experiência da medicina do trabalho e da medicina assistencial da própria empresa - sempre com suporte da Qualicorp.


Em média menos de 5% dos beneficiários de uma empresa que necessitam deste suporte que não provêm da operadora, é realizado pela nossa equipe ou em parceria com a empresa cliente. Os resultados são fantásticos! Em alguns casos empresas com quase 5.000 vidas inscrevem menos de 20 pacientes no programa já alcançando um resultado global de seus custos e viabilizando financeiramente o contrato. Note que não estamos generalizando: "os crônicos", mas aqueles que já deram sinais de que precisam de um suporte extra-seguro.


Os programas seguem quase sempre a mesma linha, criam fatores de risco, fazem o mapeamento, elegem níveis de gravidade do estado em que o paciente se encontra e passam a oferecer recursos conforme o caso. " Mas, como se trata de gente, Não existe uma receita. Daí o desafio", afirma o diretor executivo da Qualicorp, José Augusto de Paula.

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Fonte: http://www.comunique-se.com.br

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